Quando “melhorias” para um parque podem significar o seu fim
Todo mundo tem certa familiaridade com as fotografias aéreas do Central Park de Nova Iorque: um imenso retângulo fundamentalmente verde, interrompido aqui e ali por um lago ou uma praça…
Natural de São Paulo e por muitos anos vizinho do Parque Ibirapuera, reside atualmente em Connecticut, nos Estados Unidos. Foi professor de História da Arte, Ciência dos Museus e Crítica de Arte, em Florença, Itália, onde também trabalhou como crítico de arte do jornal “La Nazione” e publicou vários livros e ensaios. O estudo dos jardins históricos, especialmente dos europeus, faz parte da sua formação. A isso somam-se a paixão pela jardinagem em geral e o cultivo, preservação e propagação das samambaias autóctonas de Connecticut. É autor, entre outros, do livro “A árvore” (SESI-SP Editora).
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